Psicólogo · autor · artífice
Cheguei aqui por caminhos que pareciam não conversar. Aprendi a enxergar, sob todos eles, a mesma estrutura — o humano como sistema, não pedaços soltos. Dou forma a essa leitura em objetos que funcionam. O maior deles é o âmago.
a visão
Instinto, emoção e razão formam a arquitetura de qualquer vida psíquica — três instâncias com lógicas próprias, que nem sempre operam em acordo. A prova de que são partes distintas é o atrito entre elas: sob os mil motivos que levam alguém a buscar ajuda, há quase sempre a mesma forma — partes internas apontando para direções diferentes. Esse é o dilema humano de fundo.
Aprendi a ler essa arquitetura: onde as partes se encontram, e por que às vezes se desencontram. É daí que nascem meus artefatos — objetos que conversam com cada instância e trabalham para convergi-las, em vez de forçar uma contra a outra. É isso que os torna terapêuticos: ajudam a integrar por dentro. Os dois modelos que formalizam essa leitura são o M3S e os Cinco Movimentos Emocionais.
os artefatos
Cada um nasce do mesmo ato: encontrar a estrutura humana escondida no problema e construir o que a faz convergir — para o âmago e para quem me procura como artífice.
autoria
A mesma leitura sistêmica vira livro e ensaio — para terapeutas e para quem quer entender a própria vida com mais estrutura.
para terapeutas
A terapêutica não pertence a uma só escola. Se você acompanha alguém e sente que a escuta pesa mais que o rótulo da sua formação, então já pensamos parecido. O psicólogo pode olhar o humano de forma mais integrada; o terapeuta integrativo pode se aproximar da psicologia. Ninguém abre mão do que faz — cada um traz a sua língua para um sistema que se abre para recebê-la. Há lugar aqui para o seu jeito de cuidar.
como podemos caminhar juntos →sobre
Uma inquietação me levou por muitos campos — física, música, acupuntura, psicologia, e outros tantos que não caberiam aqui. Nunca soube visitar nenhum por cima: quando entro, fico até alcançar o que ele tem de essencial a dizer.
O que me move não é colecionar áreas — é uma dificuldade de ver o mundo em pedaços. Onde os campos parecem separados, não consigo deixar de notar a estrutura que os une. Foi essa inquietação, e não os caminhos, que aprendeu a integrá-los — e é dela que nascem meus artefatos.
Acredito numa tecnologia a serviço da excelência humana — que amplia o que temos de melhor e jamais ocupa o lugar de quem somos. É essa fronteira, a humana, que me move a construir.
instituições & palestras
Se essa leitura conversa com algo que a sua instituição precisa mudar — uma solução a desenhar, uma provocação a levar para o seu público — eu posso ajudar.